Supercopa Rei

Supercopa Rei

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Supercopa Rei

Maiores Campeões

Clube com Mais Títulos da Supercopa Rei

Flamengo

Flamengo – 3 títulos

Atual Campeão

Flamengo

Flamengo – Campeão da Supercopa Rei 2025

Maiores Artilheiros

Maior Artilheiro da História da Supercopa Rei

Gabigol

Gabigol – 5 gols

Artilheiro da Última Edição

Bruno Henrique

Bruno Henrique – 2 gols na Supercopa Rei 2025

A Supercopa Rei é a competição que abre oficialmente a temporada do futebol brasileiro, reunindo os dois grandes campeões do ano anterior: o vencedor do Campeonato Brasileiro e o campeão da Copa do Brasil.

Mais do que um jogo, ela simboliza o encontro dos melhores — um confronto direto que coroa o verdadeiro supercampeão nacional.

Com partidas intensas, torcidas em peso e grande apelo midiático, a Supercopa Rei vem se firmando como um dos eventos mais aguardados do calendário nacional.

Desde 2024, passou a homenagear o eterno rei do futebol, Pelé, adotando oficialmente o novo nome que reforça ainda mais sua grandiosidade.

História da Supercopa Rei

Após apresentar-se como o grande duelo entre campeões nacionais, é essencial entender como a Supercopa Rei chegou até o patamar que ocupa hoje.

A trajetória da competição é marcada por um início promissor, uma longa ausência e, por fim, um retorno triunfal que a reposicionou entre os eventos mais esperados do futebol brasileiro.

Desde experimentações nos anos 60 até sua consolidação no século XXI, a história da Supercopa ajuda a explicar por que o torneio ganhou tanta relevância nos últimos anos.

Antecedente (1969)

Antes mesmo da criação oficial da Supercopa Rei, o futebol brasileiro experimentou uma ideia semelhante em 1969, com a realização do Torneio dos Campeões da CBD.

A competição reuniu alguns dos principais vencedores regionais da temporada anterior: o Santos, campeão do Torneio Roberto Gomes Pedrosa; o Sport Recife, campeão do Torneio Norte-Nordeste; e o Grêmio Maringá, vencedor do Torneio Centro-Sul.

O Botafogo, então campeão da Taça Brasil, chegou a ser cogitado, mas acabou desistindo da disputa.

O torneio foi curto, em formato mata-mata, e terminou com o surpreendente título do Grêmio Maringá.

Apesar de não ser reconhecido oficialmente como precursor da Supercopa, esse episódio marcou a primeira tentativa de colocar frente a frente os campeões do país, antecipando o conceito que viria a ser adotado décadas depois.

Origens (1990–1991)

A história oficial da Supercopa Rei começa em 1990, ainda sob o nome de Supercopa do Brasil, criada pela CBF como uma forma de valorizar ainda mais os títulos nacionais recém-conquistados.

A proposta era clara: promover um confronto direto entre os campeões do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil, nos moldes das supercopas já consagradas na Europa.

A primeira edição colocou frente a frente Vasco da Gama (campeão brasileiro de 1989) e o Grêmio (campeão da Copa do Brasil de 1989).

Curiosamente, os jogos válidos pela Supercopa também serviram para a fase de grupos da Copa Libertadores daquele ano.

O Grêmio levou a melhor, vencendo por 2 a 0 no Olímpico e garantindo o título com um empate sem gols em São Januário.

No ano seguinte, o torneio foi disputado em partida única, com o Corinthians, campeão brasileiro de 1990, vencendo o Flamengo, campeão da Copa do Brasil de 1990, por 1 a 0 no Morumbi.

Apesar do sucesso esportivo, a competição foi interrompida logo depois.

Hiato (1992–2019)

Mesmo inspirada em modelos de sucesso internacional, a Supercopa do Brasil não teve sequência imediata. Após as duas primeiras edições, em 1990 e 1991, a competição desapareceu do calendário nacional por quase três décadas.

A falta de espaço entre as datas dos estaduais, competições nacionais e compromissos internacionais foi o principal obstáculo apontado pela CBF na época.

Durante esse período, algumas iniciativas pontuais chegaram a resgatar a ideia de confrontos entre campeões.

Em 2018, por exemplo, Corinthians e Cruzeiro — campeões do Brasileiro e da Copa do Brasil de 2017 — se enfrentaram em dois amistosos durante a pausa para a Copa do Mundo.

Apesar do apelo, os jogos não tiveram caráter oficial e serviram apenas como aquecimento.

Internamente, a CBF chegou a estudar o retorno do torneio em 2015, mas ele só ganhou corpo anos depois, impulsionado pela criação da versão sub-20 da Supercopa, que funcionou como teste.

A espera seria longa, mas o retorno viria com força total.

Retorno e atualidade (2020–)

Após 29 anos fora do calendário, a competição ressurgiu em 2020, agora sob novo fôlego, organização mais sólida e atenção midiática ampliada.

A CBF oficializou o retorno da Supercopa do Brasil, com jogo único em estádio neutro, inaugurando uma nova era do torneio.

A primeira edição da retomada teve como protagonistas Flamengo (campeão do Brasileirão 2019) e Athletico Paranaense (campeão da Copa do Brasil 2019), em partida disputada no Mané Garrincha, vencida com autoridade pelo rubro-negro carioca por 3 a 0.

Desde então, a Supercopa tornou-se um evento fixo e prestigiado. Partidas eletrizantes, como os duelos entre Flamengo e Palmeiras em 2021 e 2023, ajudaram a consolidar o torneio como abertura oficial da temporada nacional.

Em 2024, a competição ganhou um novo nome: Supercopa Rei, em homenagem a Pelé, eterno símbolo do futebol brasileiro.

A rebatização adicionou um valor simbólico à taça e reforçou sua importância como duelo de elite entre os maiores clubes do país.

Motivo da criação da Supercopa Rei

Após entender o caminho histórico até a consolidação do torneio, é importante refletir sobre as razões que levaram à sua criação.

A Supercopa Rei não surgiu apenas como mais um título a ser disputado, mas sim como resposta a uma demanda natural do calendário e do mercado, que ansiavam por um confronto simbólico entre os dois maiores campeões do país.

Mais do que isso, a competição atende a interesses esportivos, comerciais e até emocionais dentro do cenário futebolístico nacional.

Valorização dos campeões nacionais

A principal motivação para a criação da Supercopa Rei foi oferecer um palco exclusivo para celebrar e confrontar os dois maiores vencedores da temporada anterior: o campeão do Campeonato Brasileiro e o campeão da Copa do Brasil.

A ideia era simples e poderosa — transformar a conquista de ambos os títulos em um novo desafio, valorizando ainda mais o mérito dos clubes que chegaram ao topo nas competições nacionais.

Além de premiar o desempenho técnico, a Supercopa serve como uma espécie de “coroação” simbólica do futebol brasileiro, abrindo a temporada com um duelo de altíssimo nível entre dois gigantes. Isso gera visibilidade, prestígio e reforça a importância das competições que precedem esse embate.

Quem participa da Supercopa Rei?

Entendido o propósito da competição, a dúvida natural de muitos torcedores gira em torno dos critérios que definem os participantes da Supercopa Rei.

Embora o formato pareça direto, existem detalhes importantes que explicam como os clubes são selecionados, além de exceções que já ocorreram ao longo da curta, mas rica trajetória do torneio.

A seguir, os principais pontos que envolvem a definição dos clubes envolvidos na disputa.

Critérios de classificação

A fórmula da Supercopa Rei é clara: o torneio é disputado entre o campeão do Campeonato Brasileiro e o campeão da Copa do Brasil da temporada anterior.

Esse modelo coloca frente a frente os dois times que mais se destacaram no cenário nacional, criando um embate de alto nível técnico e grande apelo popular.

O jogo é realizado em partida única, geralmente em campo neutro previamente definido pela CBF.

A simplicidade do critério garante que o foco esteja no mérito esportivo dos clubes, premiando o desempenho nas duas principais competições do calendário brasileiro.

Ao mesmo tempo, mantém o torneio dinâmico e acessível ao torcedor, sem necessidade de fases classificatórias ou mata-matas longos.

Exceções e convites anteriores

Embora o regulamento da Supercopa Rei seja objetivo, algumas edições precisaram de ajustes.

O principal caso é quando um mesmo clube conquista o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil na mesma temporada — feito que ficou conhecido como “dobradinha”.

Nessa situação, a vaga restante é preenchida pelo vice-campeão do Brasileirão, garantindo ainda assim um confronto de alto nível técnico.

Foi exatamente o que aconteceu em 2022, quando o Atlético Mineiro, campeão das duas competições em 2021, enfrentou o Flamengo, vice do Brasileirão.

Além disso, antes da retomada oficial em 2020, alguns confrontos amistosos chegaram a ser organizados entre campeões nacionais, como os jogos entre Corinthians e Cruzeiro em 2018.

Apesar do apelo e da simbologia, essas partidas não tiveram caráter oficial nem envolveram um troféu reconhecido pela CBF.

Campeões da Supercopa Rei

Com a evolução do torneio ao longo dos anos, a Supercopa Rei já consagrou diferentes clubes do futebol brasileiro — alguns em mais de uma ocasião.

A análise dos vencedores não só revela a competitividade do torneio, mas também aponta as regiões e federações com maior presença no topo.

Observar o histórico ano a ano e os padrões de conquista ajuda a entender o domínio de certos clubes e a distribuição geográfica do sucesso nessa competição de elite.

Lista completa ano a ano

Desde sua criação, a Supercopa Rei (antes chamada de Supercopa do Brasil) teve edições marcantes, com jogos equilibrados, disputas por pênaltis e grandes atuações individuais. Abaixo, o resumo das decisões já realizadas:

  • 1990 – Grêmio 2×0 / 0x0 Vasco da Gama – Campeão: Grêmio
  • 1991 – Corinthians 1×0 Flamengo – Campeão: Corinthians
    (Hiato entre 1992 e 2019)
  • 2020 – Flamengo 3×0 Athletico Paranaense – Campeão: Flamengo
  • 2021 – Flamengo 2×2 Palmeiras (6×5 nos pênaltis) – Campeão: Flamengo
  • 2022 – Atlético Mineiro 2×2 Flamengo (8×7 nos pênaltis) – Campeão: Atlético-MG
  • 2023 – Palmeiras 4×3 Flamengo – Campeão: Palmeiras
  • 2024 – São Paulo 0x0 Palmeiras (4×2 nos pênaltis) – Campeão: São Paulo
  • 2025 – Flamengo 3×1 Botafogo – Campeão: Flamengo

A consistência de algumas equipes, como o Flamengo, salta aos olhos, mostrando o protagonismo recente de certos clubes na elite do futebol nacional.

Por clube

Ao longo das edições da Supercopa Rei, alguns clubes se destacaram pela frequência com que chegaram à decisão e conquistaram o título. O Flamengo lidera com folga, sendo o único tricampeão da competição até aqui:

  • Flamengo – 3 títulos (2020, 2021, 2025)
  • Palmeiras – 1 título (2023)
  • Grêmio – 1 título (1990)
  • Corinthians – 1 título (1991)
  • Atlético Mineiro – 1 título (2022)
  • São Paulo – 1 título (2024)

Além disso, clubes como Botafogo, Athletico Paranaense e Vasco da Gama chegaram à final, mas não conseguiram levantar a taça.

Por cidade

Quando a análise passa a ser territorial, é possível observar o equilíbrio entre os centros mais tradicionais do futebol brasileiro.

A cidade do Rio de Janeiro é a mais vitoriosa, muito em função do domínio recente do Flamengo.

  • Rio de Janeiro – 3 títulos (todos do Flamengo)
  • São Paulo – 3 títulos (Palmeiras, Corinthians e São Paulo com 1 cada)
  • Belo Horizonte – 1 título (Atlético Mineiro)
  • Porto Alegre – 1 título (Grêmio)

O domínio se concentra nas capitais com tradição histórica no futebol nacional.

Por federação

A divisão por federações segue tendência semelhante à análise por cidade, mostrando o peso de Rio de Janeiro e São Paulo nas conquistas da Supercopa Rei.

  • Federação Carioca (FERJ) – 3 títulos
  • Federação Paulista (FPF) – 3 títulos
  • Federação Mineira (FMF) – 1 título
  • Federação Gaúcha (FGF) – 1 título

Apesar de outras federações terem clubes com participações, os títulos ainda não foram pulverizados pelo restante do país.

Por região

A concentração regional dos títulos reforça a superioridade do Sudeste, que conquistou todas as edições, com exceção do título gaúcho em 1990.

  • Sudeste – 7 títulos
  • Sul – 1 título
  • Nordeste, Norte e Centro-Oeste – 0 títulos

Até o momento, outras regiões ainda buscam seu espaço na galeria de campeões da Supercopa.

Por meio de classificação

A Supercopa Rei também permite observar como os clubes chegaram ao torneio — e qual “caminho” costuma resultar em mais conquistas:

  • Campeão do Campeonato Brasileiro – 4 títulos (1991, 2020, 2021, 2023)
  • Campeão da Copa do Brasil – 3 títulos (1990, 2024, 2025)
  • Campeão dos dois torneios (dobradinha) – 1 título (2022, Atlético-MG)

Mesmo com equilíbrio, o título do Brasileirão mostra ligeira vantagem histórica como “via” mais vitoriosa para a taça da Supercopa Rei.

Ranking de Artilharia

Além dos títulos e troféus, a Supercopa Rei também se destaca por ser palco de grandes atuações individuais.

Em jogos únicos e decisivos, alguns nomes se consolidaram como protagonistas, deixando suas marcas nos momentos mais importantes.

A artilharia do torneio reflete essa competitividade, com jogadores que se destacaram por sua regularidade e poder de decisão mesmo em confrontos isolados.

Artilharia

Apesar do formato enxuto — com jogos únicos e decisões diretas — a Supercopa Rei já teve espaço para grandes atuações ofensivas. Confira os principais artilheiros da história da competição:

  • Gabriel Barbosa (Flamengo) – 5 gols
  • Raphael Veiga (Palmeiras) – 4 gols
  • Bruno Henrique (Flamengo) – 4 gols
  • Giorgian De Arrascaeta (Flamengo) – 2 gols
  • Gabriel Menino (Palmeiras) – 2 gols
  • Pedro (Flamengo) – 1 gol
  • Luiz Araújo (Flamengo) – 1 gol
  • Patrick de Paula (Botafogo) – 1 gol
  • Nacho Fernández (Atlético-MG) – 1 gol
  • Hulk (Atlético-MG) – 1 gol
  • Nílson (Grêmio) – 1 gol
  • Darci (Grêmio) – 1 gol
  • Neto (Corinthians) – 1 gol

Gabigol, com seus 5 gols, lidera o ranking e reforça seu protagonismo em decisões recentes.

Veiga e Bruno Henrique também aparecem com destaque, mostrando como a Supercopa tem sido marcada por craques decisivos.

Estatísticas e recordes

Além dos campeões e artilheiros, a Supercopa Rei também já coleciona números curiosos e marcas impressionantes.

Em um torneio de jogo único, qualquer detalhe pode se tornar histórico — seja uma goleada inesperada, um recorde de público ou a consagração de um jogador ou técnico com mais de uma conquista.

Esses dados ajudam a dimensionar o impacto e a relevância do torneio ao longo de suas edições.

Maiores goleadas

Mesmo sendo uma competição de tiro curto, a Supercopa Rei já presenciou placares elásticos que entraram para a história.

Em confrontos que envolvem os melhores times do país, uma goleada costuma surpreender — e reforça a superioridade técnica e o momento do vencedor.

A maior goleada até agora foi registrada logo no retorno do torneio em 2020, quando o Flamengo aplicou um 3 a 0 sobre o Athletico Paranaense no Mané Garrincha, com atuação dominante do início ao fim.

Embora a maioria dos jogos tenha sido equilibrada, esse placar segue como o mais dilatado da nova era da competição.

Outros duelos, como o 4 a 3 entre Palmeiras e Flamengo em 2023, não configuram goleadas, mas marcaram presença como partidas de alto nível ofensivo, com muitos gols e emoção até o fim.

Jogos com mais público

A Supercopa Rei, sendo disputada em jogo único e com grandes clubes envolvidos, atrai multidões. Os estádios escolhidos costumam ser neutros e de grande capacidade, o que favorece recordes de público.

Entre as edições já realizadas, alguns confrontos se destacaram pelas arquibancadas lotadas.

O jogo com maior público registrado foi em 2020, na reestreia da competição, quando mais de 48 mil torcedores estiveram no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, para assistir à vitória do Flamengo sobre o Athletico Paranaense.

A energia do retorno da Supercopa contribuiu para o clima de final nacional, com ingressos esgotados e ampla cobertura da mídia.

Outras edições também tiveram grandes públicos, especialmente quando disputadas em praças populares como Mineirão, Arena Pantanal e novamente o Mané Garrincha, que virou sede tradicional da competição.

Jogadores com mais títulos

No curto histórico da Supercopa Rei, alguns jogadores conseguiram conquistar mais de uma edição, firmando-se como referências em decisões.

O elenco do Flamengo, pelo seu domínio recente, concentra a maioria dos multicampeões.

Gabriel Barbosa (Gabigol), Bruno Henrique, Éverton Ribeiro, Rodrigo Caio e Filipe Luís são nomes que estiveram presentes nas conquistas de 2020, 2021 e 2025, somando três títulos e se tornando os maiores vencedores da competição até aqui.

Esses jogadores, além da técnica, mostraram longevidade e protagonismo, participando ativamente das decisões em diferentes temporadas.

Técnicos com mais conquistas

Assim como entre os jogadores, alguns treinadores também marcaram seu nome na história da Supercopa.

O principal deles é Jorge Jesus, que comandou o Flamengo no título de 2020, abrindo a retomada do torneio com um desempenho avassalador.

Abel Ferreira, pelo lado do Palmeiras, conquistou a taça em 2023 com uma vitória histórica por 4 a 3 sobre o Flamengo — um dos melhores jogos da história da competição.

Entretanto, o único técnico com dois títulos na Supercopa Rei é Dorival Júnior, que conquistou em 2021 (Flamengo) e 2024 (São Paulo), entrando para um seleto grupo de treinadores multicampeões em decisões nacionais.

Premiação da Supercopa Rei

Se por um lado a Supercopa Rei tem apelo esportivo e simbólico, por outro também movimenta cifras consideráveis.

A competição oferece uma premiação atraente para os clubes envolvidos, além de contar com patrocinadores de peso e gerar receita relevante em um único jogo.

Entender os valores e a estrutura comercial do torneio ajuda a dimensionar seu peso não só dentro de campo, mas também nos bastidores do futebol nacional.

Valor para campeão e vice

A Supercopa Rei entrega uma premiação em dinheiro que, embora modesta em comparação com outras competições nacionais, é considerada significativa por envolver apenas uma partida.

Na edição mais recente, em 2025, o clube campeão recebeu R$ 5 milhões, enquanto o vice-campeão ficou com R$ 2 milhões.

A estrutura simples — um único jogo — torna essa divisão bastante vantajosa em termos de custo-benefício para os clubes.

Além disso, a exposição na mídia nacional e internacional gera ganhos indiretos, como bonificações por performance em contratos de patrocínio e prêmios adicionais por parte dos próprios patrocinadores dos clubes.

Patrocínios e receita

A CBF tem aproveitado o sucesso da Supercopa para atrair parceiros comerciais de peso. Com transmissões em TV aberta e fechada, além de ampla cobertura digital, o torneio se tornou uma vitrine de visibilidade garantida.

Empresas de setores como bancos, apostas esportivas, bebidas e operadoras de telefonia já estiveram associadas ao evento.

A arrecadação com direitos de transmissão, publicidade e cotas de patrocínio representa uma receita importante para a confederação.

Além disso, a bilheteria — em jogos com público — contribui diretamente para os cofres dos clubes envolvidos, com parte da renda sendo dividida entre as duas equipes.

Onde assistir a Supercopa Rei

Com o crescimento da visibilidade e o peso das equipes envolvidas, a Supercopa Rei se transformou também em um produto midiático valioso.

A disputa atrai uma grande audiência em todo o país, e a cobertura multiplataforma garante que torcedores possam acompanhar o jogo de diferentes maneiras. A seguir, os principais canais e meios para assistir à decisão ao vivo.

TV aberta

A transmissão da Supercopa Rei em TV aberta tem sido tradicionalmente feita pela TV Globo, que detém os direitos da maioria das edições recentes.

O alcance nacional da emissora ajuda a popularizar ainda mais o torneio, garantindo que milhões de torcedores acompanhem a decisão em tempo real, sem depender de assinaturas ou plataformas digitais.

A escolha da Globo reforça a importância do evento dentro do calendário esportivo do país, posicionando-o ao lado de outras grandes competições nacionais em termos de exposição televisiva.

Streaming

Nos últimos anos, a CBF tem ampliado os acordos com plataformas digitais, permitindo que a Supercopa Rei também seja transmitida por serviços de streaming.

A Globoplay, plataforma da própria TV Globo, é uma das principais opções, especialmente para quem quer acompanhar o jogo pelo celular, tablet ou smart TV.

Em algumas edições, houve transmissões simultâneas em outros serviços ou até mesmo via pay-per-view, dependendo dos acordos comerciais firmados para a temporada.

Redes sociais

Embora os direitos de imagem da partida pertençam às emissoras e plataformas oficiais, a cobertura nas redes sociais tem crescido de forma significativa.

Perfis oficiais da CBF, dos clubes participantes e das próprias emissoras fazem cobertura em tempo real, com bastidores, escalações, gols, lances e entrevistas pós-jogo.

Além disso, plataformas como YouTube, Instagram e X (antigo Twitter) tornaram-se pontos de encontro para comentários ao vivo, enquetes e interações com torcedores, ampliando a experiência digital em torno da Supercopa Rei.

Curiosidades sobre a Supercopa Rei

Além dos números e conquistas, a Supercopa Rei também guarda histórias peculiares e detalhes que fogem do óbvio.

Ao longo de suas edições, o torneio já foi palco de fatos inusitados, homenagens marcantes e situações que ajudam a enriquecer ainda mais o imaginário do torcedor.

A seguir, algumas curiosidades que mostram por que a competição vai muito além das quatro linhas.

Mudança de nome em homenagem a Pelé

Uma das decisões mais simbólicas da CBF nos últimos anos foi a alteração do nome oficial da competição.

Em 2024, a Supercopa do Brasil passou a se chamar oficialmente Supercopa Rei, em uma justa homenagem a Pelé, o maior jogador da história do futebol brasileiro.

A mudança não alterou o formato da disputa, mas trouxe um novo peso simbólico ao troféu.

Vencer a Supercopa passou a carregar também o significado de erguer uma taça batizada com o nome do eterno Rei do Futebol.

Clubes com mais participações

Mesmo com poucas edições disputadas desde o retorno em 2020, alguns clubes conseguiram estar presentes em diversas finais.

O principal exemplo é o Flamengo, que esteve em cinco decisões consecutivas entre 2020 e 2025, vencendo três delas.

Essa regularidade reafirma o protagonismo do clube carioca no cenário nacional na última década.

Palmeiras e São Paulo também se destacam com múltiplas participações, tornando o torneio um espaço recorrente para os grandes do eixo RJ-SP.

Decisões por pênaltis e emoção até o fim

Apesar de ser disputada em jogo único, a Supercopa já acumulou finais memoráveis, e quatro edições (2021, 2022, 2024 e 2025) terminaram com empates no tempo regulamentar, sendo decididas nos pênaltis.

Esses momentos tornaram-se marcas registradas da competição, com decisões emocionantes, viradas e heróis improváveis surgindo nas cobranças.

Essa frequência de disputas por pênaltis reforça a imprevisibilidade do torneio e contribui para sua aura dramática.

Redes sociais oficiais

A Supercopa Rei também marca presença no ambiente digital, com atualizações em tempo real, conteúdos especiais e interações com torcedores.

Acompanhar os canais oficiais é uma forma prática de ficar por dentro de todas as novidades, desde a divulgação das datas e sedes até os bastidores da decisão.

Essas plataformas reúnem trailers, entrevistas, escalações, gols, bastidores e transmissões ao vivo de eventos oficiais ligados ao torneio.

Perguntas Frequentes

O que é a Supercopa Rei?

A Supercopa Rei é uma competição disputada em jogo único entre o campeão do Campeonato Brasileiro e o campeão da Copa do Brasil da temporada anterior. Desde 2024, passou a homenagear Pelé com esse nome oficial.

Quem foi o campeão da Supercopa Rei de 2024?

O campeão da Supercopa Rei de 2024 foi o São Paulo, que venceu o Palmeiras nos pênaltis após empate por 0 a 0.

Quem ganhou a Supercopa Rei em 2025?

O Flamengo conquistou a edição de 2025 ao vencer o Botafogo por 3 a 1 no Mangueirão, em Belém (PA).

Quem são todos os campeões da Supercopa Rei?

Grêmio (1990), Corinthians (1991), Flamengo (2020, 2021, 2025), Atlético-MG (2022), Palmeiras (2023), São Paulo (2024).

Quantas Supercopas Rei o Flamengo tem?

O Flamengo tem 3 títulos da Supercopa Rei: 2020, 2021 e 2025.

Qual é o maior time do Brasil?

A resposta é subjetiva e varia conforme critérios: títulos, torcida, história ou jogadores revelados. Entre os mais citados estão Flamengo, Palmeiras, São Paulo, Corinthians e Santos.

Quem ganhou a Supercopa 2025?

O Flamengo venceu a Supercopa Rei de 2025.

Quem vai jogar Supercopa Rei 2025?

A Supercopa de 2025 já foi disputada entre Flamengo (campeão da Copa do Brasil 2024) e Botafogo (campeão do Brasileirão 2024).

Quais são os maiores campeões da Supercopa Rei?

O Flamengo é o maior campeão, com 3 títulos. Os demais campeões têm 1 conquista cada.

Qual o valor da Supercopa Rei?

A premiação da edição mais recente foi de R$ 5 milhões para o campeão e R$ 2 milhões para o vice.

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